quarta-feira, 28 de julho de 2010
Pervitin Filmes no Jornal de Brasília
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Videoclipe da Pervitin Filmes é premiado no Festival Retina Rock

Por Sandro Neiva
O último final de semana foi especial para a PERVITIN FILMES. A produtora foi premiada no Festival Retina Rock, organizado por Fellipe CDC e Tomaz André, a dupla dinâmica do Zine Oficial. O videoclipe “Ouro de Sangue”(com a banda Murro no Olho) foi o mais votado pelo público na segunda noite do evento, realizada no Blues Pub, em Taguatinga, no domingo (25).
A Pervitin faturou o ZOscar, um troféu muito legal oferecido pela organização. Eu e o cinegrafista Arcanjo Daniel estivemos presentes e pudemos curtir uma noite com muito rock, cerveja e pipoca.
Gostei muito da apresentação da banda de heavy metal Hell Bound, que faz um som oitentista na linha do Metal Church, Accept e Manowar. Destaque para o vocalista Ronaldo, dono de um poderosíssimo agudo, a la Rob Halford, do Judas Priest.
De quebra, ainda saiu uma entrevista comigo no Zine Oficial e uma reportagem no Jornal de Brasília, o que, obviamente, me deixou muito feliz. Muito obrigado mesmo e longa vida ao Retina Rock.
No SESC do Gama, no último sábado (24), o curta “Dona Negra”(Pervitin Filmes; 2008) foi exibido na mostra Tecendo Vídeos, organizada pelo multifacetado artista Walter Sarça.
domingo, 18 de julho de 2010
Cerrado em Pé - um documentário com Josué Faustino de Souza

Por Sandro Neiva
Josué Faustino de Souza é artesão e vive em Teresina de Goiás, na Chapada dos Veadeiros. Ao mesmo tempo em que utiliza fibras do Cerrado como matéria-prima de seu ganha-pão, desenvolve um trabalho de replantio de espécies raras e nativas do bioma. Não possui escolaridade, mas sua relação de nobreza com o meio ambiente e o discurso arrebatador em defesa do Cerrado deixou perplexa uma plateia composta de gestores públicos, gerentes de ONGs, políticos, mestrandos, doutorandos, ativistas ambientais, jornalistas, antropólogos, universitários e diretores ministeriais do governo federal.
Assista ao curta de 7 minutos e 53 segundos:
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Rattus- a nata do hardcore finlandês no Gama/DF em 2007
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Radical Sem Dó (DF) - Hip-Hop Old School
O Radical Sem Dó é uma banda de rap das antigas, muito… mas muito legal mesmo! Liderada pelo loucão Natinho (Nonato Dente de Ouro), uma das figuras mais emblemáticas da cena underground brasiliense, o Radical foi formado em meados dos anos 1980.
Muita gente já passou pela banda: o Fat-Freak Ginão Perdiz, Grilo (ex-guitarrista do BSB-H), Dino Black, Frango Kaos (Galinha Preta), Fubá, DJ Chocolate e até a Verônica (nome carinhoso dado por Natinho à sua bateria eletrônica).
Natinho, pra quem não sabe, é proprietário da Kingdom Comics, a loja de camisetas alternativas mais bacana do Centro Cultural Underground Conic e uma das melhores do país.
Lembro do Natinho em 1986, vendendo camisetas do Detrito Federal na entrada de um show do Ratos de Porão, cantando as hoje clássicas “Garoto Digoró”, “Elianny” etc, louco e divertido da mesma forma. O cara é um poeta de rima certeira. Confira a pérola:
Eu fico diferente
quando vejo essa menina
A minha cara Cora
A cara dela Coralina
Radical Sem Dó é rap antes do Gangsta Rap, que acabou desgastando um pouco a fórmula do hip hop. Radical Sem Dó é rap na linha Beastie Boys, Public Enemy, Run DMC.
As letras são engraçadas, porém inteligentes e transitam pelo universo estranho do poeta Natinho. O imaginário doentio do Mestre-Ganja circula por Taguatinga e todas as Asas do Distrito Federal, causando estranhez no universo rap de Brasília e uma nuvem de fumaça canábica que sobe pelos ares.
Radical Sem Dó não pertence ao mundo da segregação voluntária, da treta gratuita, do assassinato a tiros, da pedra no cachimbo, da arma e sangue na favela.
Radical Sem Dó é pura atitude rock, cara! Natinho lembra um Perry Farrel (Jane’s Addiction) mais emaconhado.
O vídeo acima foi gravado em 2003, na cidade de Paracatu (MG).
Não sei o nome da música aqui interpretada somente por Natinho, Fubá e uma bateria eletrônica, mas sei um pedaço da letra:
Eu sou o Natinho
Que pinta camiseta
Que tem na cara
Um monte de careta
Que só não gosta
De nego que é otário.
Até que eu sou
Meio feliz
Porque eu sempre fiz
O que eu sempre quis
As pessoas tem os olhos muito grandes
Mas não conseguem enxergar direito
Assistem novelinhas
e morrem de preconceito
Eu sou o vocalista do Radical Sem Dó
E olho para todos que estiverem ao meu redor
Falo mal de quem quero bem
Falo bem de quem quero mal…

sexta-feira, 25 de junho de 2010
Suicidal Tendencies - "I Saw Your Mommy" (Live in Brasília/2008)

Por Sandro Neiva
Sempre fui um Suicidal Maniac. Escuto o som do SUICIDAL TENDENCIES desde a década de 1980. Fui ao primeiro show deles em Brasília, realizado no saudoso Gran CircoLar, ao lado da rodoviária do Plano Piloto, em 1997. Guardo com carinho a bandana oficial azul e tenho o nome da banda tatuado nas costas.
sábado, 19 de junho de 2010
Candidata do Partido Verde (PV) à Presidência fala sobre a mineração em Minas Gerais
Numa coletiva de imprensa realizada na Universidade de Brasília (UnB) na última quinta-feira (17/06), perguntei à senadora e candidata à presidencia da República, Marina Silva, a respeito da mineração de ouro a céu aberto realizada em Minas Gerais e operada por empresas transnacionais, que deixam um rastro de poluição nas águas, no ar, nos solos e causam a desintegração de populações tradicionais.
Ela havia acabado de responder sobre a seleção brasilieira na Copa do Mundo e foi pega de surpresa com a pergunta difícil. Sua resposta, como eu já imaginava, foi vaga, superficial e pueril, apesar de politicamente correta. Nada que o Serra ou a Dilma não defenderiam. Falou em royalties mais elevados e fim de isenções tributárias para as mineradoras transnacionais. Parecia preocupada apenas com a questão financeira. Falou também que num encontro em Minas Gerais, havia defendido que seja repensado um novo modelo para a mineração, só não especificou que modelo seria esse e em que moldes. Também ficou muito presa ao que diz a legislação ambiental, como única forma de proteger as comunidades que sofrem os impactos socioambientais.
Enfim, às vésperas de uma eleição, a candidata do Partido Verde pareceu desconhecer os reais efeitos de uma exploração transnacional a céu aberto, que utiliza venenos químicos como o cianeto, fabrica barragens de rejeitos e latrinas tóxicas que se tornam passivos ambientais, empobrece e adoece povos que vivem próximos às lavras, especula suas terras e destrói sua cultura ― tudo em nome do “progresso” e da geração de emprego e renda. Triste Brasil!
segunda-feira, 14 de junho de 2010
"Sex and Violence" - The Exploited em Brasília (2009)
terça-feira, 8 de junho de 2010
Crucificados Pelo Sistema/Pobreza – RDP em Goiânia/2003

Por Sandro Neiva
Confira aqui mais dois sons do Ratos de Porão tocando em Goiânia no ano de 2003. As imagens beiram a psicodelia. As faixas são “Crucificados pelo Sistema” e “Pobreza”, clássicos do álbum Crucificados pelo Sistema, primeiro do RDP, primeiro disco individual de uma banda hardcore/punk da América Latina, lançado originalmente em 1984. Esse disco é tão fundamental que em 2009 saiu a edição comemorativa de 25 anos de seu lançamento, chamada de “Sistemados Pelo Crucifa”. Olhe a pobreza/olhe a fraqueza/olhe a pobreza/ desse mundo desumano.
terça-feira, 1 de junho de 2010
"Aos Fuzilados da CSN" - Garotos Podres em Brasília/2007
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Punk's Not Dead - The Exploited em Brasília/2009
Por Sandro Neiva
Lançado originalmente em 1981, PUNK’S NOT DEAD é o primeiro álbum de estúdio do EXPLOITED e é considerado pelos críticos como um dos mais importantes do estilo, assim como Never Mind The Bollocks, do Sex Pistols.
Na época, o disco vendeu cerca de 150.000 cópias, algo incomum para uma banda tão underground.
Em 2009 passaram por Brasília e seguem na ativa...
Punk’s não morrem, eu sei!








